Destinos para onde enviamos
Exportação direta de viaturas do Japão para os grandes mercados importadores de carros usados em todo o mundo.
Mombaça é a maior porta de entrada da África Oriental. Os veículos japoneses com volante à direita dominam o mercado local — a Toyota, a Nissan e a Honda são especialmente procuradas.
Dar es Salaam serve a Tanzânia e os mercados do interior, incluindo a Zâmbia, a RD Congo e o Burundi. Veículos dos leilões japoneses chegam regularmente por RoRo.
Durban é o porto de contentores mais movimentado da África do Sul. Os veículos japoneses com volante à direita cumprem diretamente as normas locais — sem necessidade de conversão.
Vladivostoque é o porto mais próximo do Japão — o trânsito RoRo demora apenas alguns dias. As lendas JDM usadas e os veículos com volante à direita estão profundamente enraizados aqui.
Jebel Ali é o maior porto do Médio Oriente e um importante centro de reexportação. Os veículos japoneses chegam prontos para os mercados do CCG e para a reexportação para África.
Carachi é o principal porto do Paquistão. Os veículos japoneses usados com volante à direita — sobretudo sedans compactos e kei cars de 660 cc — têm grande procura.
Yangon é o principal porto de Myanmar. As importações japonesas dominam o mercado de usados — o Toyota Probox, o Allion e as monovolumes são os mais vendidos.
A zona franca de Iquique é a maior porta de reexportação da América do Sul. Os veículos japoneses usados seguem daí para a Bolívia, o Paraguai e o Peru.
Chittagong é o principal porto de águas profundas do Bangladesh. A estrutura de direitos favorece fortemente os híbridos abaixo de 1500 cc — é por isso que o Toyota Aqua, o Axio Hybrid e o Honda Fit Hybrid dominam as importações do Bangladesh.
Long Beach é a principal entrada da costa oeste dos EUA para importações JDM ao abrigo da isenção FMVSS dos 25 anos. O Skyline GT-R, o Supra, o NSX e outras lendas JDM chegam em contentores de 20 pés.
O Sri Lanka reabriu as importações de veículos em 2025, após uma proibição de cinco anos, e a procura está a disparar. Os híbridos com menos de 3 anos — Aqua, Prius, Vezel — são desalfandegados mais depressa em Colombo ao abrigo das regras atuais.
A rede de concessionários da Jamaica importa carros japoneses com volante à direita até 5 anos (6 para comerciais ligeiros). O Fielder, o Aqua, o Probox e o Fit dominam os stands de usados de Kingston.
A Nova Zelândia é um dos maiores importadores mundiais de carros japoneses usados per capita. Há serviços RoRo diretos para Auckland, e a certificação de entrada favorece veículos limpos, com quilometragem verificada e grau 4 ou superior.
A Mongólia, sem acesso ao mar, importa através do porto de Tianjin e da fronteira ferroviária de Zamyn-Üüd. O Prius é o rei indiscutível de Ulan Bator — os híbridos aguentam melhor do que qualquer outro os invernos a -30 °C e o custo do combustível.
Os concessionários RoRo (roll-on/roll-off) de Trindade importam, sob licença, carros japoneses com volante à direita até 6 anos. As reduções do imposto sobre veículos para híbridos fazem do Aqua, do Fielder e do Fit os mais vendidos.
O Uganda importa através de Mombaça, com trânsito aduaneiro até aos entrepostos de automóveis (car bonds) de Kampala. Aplica-se um limite de idade de 15 anos; o Harrier, a Hiace, o Premio e o Wish são os eternos favoritos nos entrepostos à volta de Nakawa.
A Zâmbia importa através de Dar es Salaam, com trânsito terrestre até Lusaca. Sem limite de idade, os Toyota com 10-15 anos oferecem excelente valor — o Vitz, o Allion, o Spacio e a Hiace lideram o mercado.
O Reino Unido é o maior mercado europeu de volante à direita para importações JDM — não é necessária conversão da direção. Skyline, Supra, kei vans e híbridos modernos registam-se facilmente após a IVA e o registo.
A Austrália importa veículos japoneses ao abrigo do regime SEVS, além da regra dos 25 anos para clássicos — Brisbane é uma entrada RoRo preferida para ambos. Ícones JDM, a par dos utilitários Hiace e Land Cruiser, passam regularmente pelo porto.
O mercado malaio de «recon» importa modelos japoneses de luxo recentes através de concessionários com licença AP, e é em Port Klang que chega o grosso do volume. O Alphard, o Vellfire e o Harrier dominam os stands recon do Vale de Klang.
A Irlanda é um mercado de volante à direita, pelo que as importações japonesas se registam sem conversão — o VRT e a taxa de NOx são devidos no registo. Os desportivos JDM e os económicos híbridos Aqua e Prius são os que mais saem via Dublin.
Chipre circula pela esquerda, o que faz dele um raro mercado de volante à direita na UE — os carros japoneses adaptam-se diretamente às estradas locais. Os híbridos compactos e os citadinos servem as curtas distâncias da ilha e são as nossas vendas mais estáveis para Limassol.
A Maurícia é um mercado insular de volante à direita onde os híbridos japoneses compactos se adaptam naturalmente às estradas e ao preço do combustível. Aplicam-se regras de importação rigorosas baseadas na idade, pelo que selecionamos para Port Louis unidades recentes com estado verificado.
O Malawi importa através de Dar es Salaam, com trânsito terrestre aduaneiro até Lilongwe. Os Toyota mais antigos — Vitz, Corolla, Hiace — oferecem aqui excelente valor, com direitos calculados em função da idade no desalfandegamento.
O Zimbabué aplica um limite de idade de 10 anos às importações de usados, pelo que selecionamos em conformidade antes do envio via Dar es Salaam ou Durban até Harare. O Honda Fit, o Corolla Fielder e a Hilux são os mais vendidos no mercado.
O Botsuana circula pela esquerda, por isso os veículos japoneses com volante à direita não precisam de conversão — desembarcam em Durban ou Walvis Bay e seguem por terra até Gaborone. A Hilux, o Fortuner e os SUV têm a maior procura.
Moçambique circula pela esquerda, por isso os carros japoneses com volante à direita adaptam-se diretamente, e Maputo abastece também compradores do interior da África Austral. Aplicam-se direitos em função da idade no desalfandegamento — aconselhamos os anos de modelo mais vantajosos antes da compra.
Walvis Bay é o porto de entrada da Namíbia e um corredor de trânsito que serve também o Botsuana, a Zâmbia e o Zimbabué. A Namíbia circula pela esquerda, por isso os veículos japoneses com volante à direita entram sem conversão.
O Ruanda importa através de Dar es Salaam, com trânsito aduaneiro pelo corredor central até Kigali. Os SUV compactos e os híbridos crescem rapidamente à medida que a classe média de Kigali troca de carro — o Vezel, o Harrier e o Aqua lideram os nossos envios.
A Guiana circula pela esquerda, por isso os veículos japoneses com volante à direita adaptam-se diretamente a Georgetown, e o boom petrolífero impulsiona fortemente a procura de pick-ups e SUV. Aplicam-se regras de direitos em função da idade, pelo que ajustamos os anos de modelo à regulamentação em vigor antes do envio.
As Baamas circulam pela esquerda, por isso as importações japonesas com volante à direita são aceites e comuns nas estradas de Nassau. Os carros japoneses compactos — Fit, Vitz, Note — são ideais para as distâncias da ilha e são desalfandegados com direitos em função da idade.
As reduções aduaneiras das Fiji favorecem os híbridos, e as ilhas circulam pela esquerda — os carros japoneses com volante à direita adaptam-se diretamente. Por isso, os híbridos Aqua e Fit dominam os nossos envios para Suva.
A Papua-Nova Guiné circula pela esquerda, por isso os veículos japoneses com volante à direita entram sem conversão. As operações mineiras e agrícolas garantem uma procura constante de Land Cruiser 70, Hilux e Hiace via Port Moresby.
A regra canadiana dos 15 anos permite importar veículos JDM com 15 anos ou mais, e Vancouver é a principal porta de entrada no Pacífico. O Skyline, a Delica e as kei vans são muito populares, e enviamo-los em RoRo numa das nossas rotas transpacíficas mais curtas.
Hong Kong circula pela esquerda, e o seu porto é uma das rotas mais curtas a partir do Japão — os veículos com volante à direita chegam em menos de uma semana. Os modelos JDM premium, o Alphard e as carrinhas Hiace dominam os nossos envios para lá.
Singapura só permite a importação de carros com menos de 3 anos, pelo que os importadores paralelos compram através de nós veículos japoneses quase novos. Os Toyota e Honda recentes dos leilões japoneses escoam rapidamente nesta rota curta.
Malta é uma ilha da UE com volante à direita, por isso as importações japonesas adaptam-se diretamente às estradas de Valeta, e os híbridos compactos e os kei cars servem as ruas estreitas. Aplica-se um imposto de registo à chegada, pelo que ajudamos os compradores a escolher modelos que mantêm o custo total razoável.
O Brunei circula pela esquerda e é um mercado abastado, por isso veículos japoneses com volante à direita bem conservados chegam a Muara prontos a registar. Os SUV e monovolumes japoneses de baixa quilometragem vindos de leilão são os nossos mais vendidos lá.
O Nepal não tem acesso ao mar, por isso os envios seguem por via marítima até Calcutá, na Índia, e continuam por terra até Catmandu — coordenamos todo o percurso. Os direitos de importação são elevados, pelo que os compradores preferem SUV japoneses compactos que mantêm o valor nas estradas de montanha.
As Maldivas são um mercado insular onde reinam os veículos compactos — pequenos carros, carrinhas e pick-ups japoneses mantêm os resorts e a logística em movimento. Enviamos para Malé veículos com qualidade de leilão, tratando de toda a documentação de exportação.
Barbados circula pela esquerda, por isso as importações japonesas com volante à direita adaptam-se diretamente a Bridgetown, e o Fielder, o Aqua e o Fit são clássicos da ilha. Aplicam-se regras de direitos em função da idade, pelo que ajustamos os anos de modelo à regulamentação em vigor antes do envio.
O Suriname circula pela esquerda, por isso as importações japonesas com volante à direita são comuns nas estradas de Paramaribo. A procura de híbridos japoneses cresce de forma constante, e enviamos veículos de leilão com documentação completa.
As Ilhas Caimão circulam pela esquerda e formam um mercado insular abastado, por isso os veículos japoneses com volante à direita adaptam-se diretamente a George Town. Os SUV e híbridos japoneses recentes são os que mais saem nos nossos envios para lá.
Santa Lúcia circula pela esquerda, por isso as importações japonesas com volante à direita adaptam-se diretamente a Castries e às Caraíbas Orientais. Os carros japoneses compactos e os pequenos SUV lidam bem com as estradas acidentadas da ilha e são as nossas vendas estáveis lá.
As Ilhas Salomão circulam pela esquerda, por isso os veículos japoneses com volante à direita entram em Honiara sem conversão. A Hilux, a Hiace e outros utilitários robustos dominam a procura neste mercado do Pacífico.
A Samoa passou a circular pela esquerda em 2009, por isso as importações japonesas com volante à direita adaptam-se perfeitamente às estradas de Apia. Os carros compactos e as pick-ups dos leilões japoneses são os veículos mais pedidos lá.
Tonga circula pela esquerda, por isso os veículos japoneses com volante à direita chegam a Nuku'alofa prontos para a estrada. Pequenos carros, carrinhas e pick-ups dos leilões japoneses cobrem a maior parte da procura do reino.
O Lesoto não tem acesso ao mar e circula pela esquerda, por isso os envios seguem por via marítima até Durban e continuam por terra até Maseru — coordenamos todo o percurso. Os Toyota acessíveis com volante à direita são a base das nossas encomendas lá.
O Essuatíni não tem acesso ao mar e circula pela esquerda, por isso os veículos seguem por via marítima até Durban e continuam por terra até Mbabane — tratamos de toda a viagem. O Vitz, o Fielder e a Hilux vendem-se especialmente bem neste mercado.
As Seicheles circulam pela esquerda, por isso os veículos japoneses com volante à direita adaptam-se diretamente a Port Victoria, e os híbridos compactos e os pequenos SUV servem as estradas da ilha. Aplicam-se regras de importação em função da idade, pelo que ajustamos os anos de modelo à regulamentação em vigor antes do envio.
Lubumbashi e a cintura de cobre do Catanga são abastecidos através de Dar es Salaam, com trânsito terrestre aduaneiro. A procura concentra-se em veículos de trabalho — Hiace, Land Cruiser e camiões ligeiros. Confirme connosco as regras de importação antes de encomendar: a política oficial da RD Congo é rigorosa quanto ao lado do volante e à idade.
O Burundi importa através de Dar es Salaam, com trânsito aduaneiro pelo corredor central até Bujumbura. Sem limite de idade nem inspeção pré-embarque, os custos de chegada mantêm-se baixos — os Toyota mais antigos, como o Corolla, o Carina e a Hiace, dominam o mercado.
A Alemanha circula pela direita, mas os carros japoneses com volante à direita podem ainda assim ser registados após uma homologação individual TÜV (faróis ajustados para a circulação pela direita). Bremerhaven é o principal porto RoRo de automóveis da Europa, e os compradores alemães importam sobretudo carros de coleção JDM — Skyline, Supra, NSX, RX-7 — além de carros alemães bem conservados vendidos novos no Japão.
